Ad Vitam 2 na Netflix: filmagens de Ad Vitam Eternam começam
Se você faz parte do time que maratonou o primeiro filme em uma noite e desde então vive atualizando a Netflix esperando novidade, pode sentar: agora é oficial.
FATO: a Netflix confirmou em 10 de agosto de 2026 o início das filmagens de Ad Vitam Eternam, a sequência do thriller de ação estrelado por Guillaume Canet.
Mas o anúncio trouxe mais do que um título provisório e uma foto de set. Trouxe troca de diretor, reforço de peso no elenco e uma confissão silenciosa sobre o que deu errado no primeiro filme.
A resposta curta: sim, Ad Vitam 2 existe e já tem câmera rodando
Não é teaser de rede social, não é em desenvolvimento, não é rumor de fórum, as filmagens principais começaram nesta semana, na França.
O título de trabalho é Ad Vitam Eternam, o roteiro está fechado e o elenco, confirmado.
O primeiro filme encerrou 2025 com cerca de 80 milhões de visualizações e entrou no top 10 histórico de filmes em língua não inglesa da plataforma.
Tradução: a sequência não é um carinho com o fã-clube. É uma decisão de planilha.
O que Ad Vitam Eternam vai contar (e de onde a história continua)
A sinopse oficial diz o seguinte: após sobreviver a uma tentativa de assassinato ao ser libertado da prisão, Franck parte para descobrir quem quer sua morte.
Ele se esconde com a família nas montanhas. Mas a inteligência francesa o localiza e oferece um acordo: uma missão secreta em troca da verdade que ele busca.
Percebeu o padrão? Franck nunca escolhe o trabalho. O trabalho escolhe ele, geralmente apontando uma arma.
Pra quem precisa refrescar a memória
O primeiro filme termina com Franck saindo da prisão depois que a esposa Léo apresenta provas que inocentam o marido das acusações forjadas.
A sequência começa exatamente desse ponto. Sem salto no tempo, sem vida nova pro personagem.
E um detalhe geográfico entrega o tom, o esconderijo nas montanhas da sinopse casa com as filmagens anunciadas em Savoie, nos Alpes franceses.
O roteiro é coescrito por Canet com o romancista Maxime Chattam, com colaboração de David Corona. Guarde esse nome: voltamos nele mais embaixo.
A troca de bastidor que ninguém comentou: mudou o diretor
Rodolphe Lauga, que dirigiu o filme de 2025, está fora. Entra Ludovic Colbeau-Justin, vindo do sucesso de bilheteria Como Fazer um Assassinato, com Franck Dubosc.
Em produção que deu dinheiro, diretor não costuma ser trocado. Quando isso acontece, é porque o poder mora em outro lugar.
Na avaliação do FilmeON, essa troca escancara quem é o verdadeiro dono da franquia, Guillaume Canet, protagonista, corroteirista e produtor pela Cabanes Productions, sua empresa com Jean Cottin.
O diretor, aqui, é quase um comandante técnico. O projeto é do Canet.
E tem a camada física da coisa, no primeiro filme, Canet fez a maioria das próprias cenas de ação e brincou na promoção que ainda aguentava mais stunt antes de chegar a artrite.
A franquia foi desenhada em torno do corpo e do nome dele. Isso explica muito sobre as escolhas, e sobre os riscos de Eternam.
Sophie Marceau, Mathieu Amalric e a jogada dos "ex-alunos de 007"
Os novos confirmados não são aleatórios, Sophie Marceau foi Bond girl em 007 – O Mundo Não É o Bastante. Mathieu Amalric foi o vilão de 007 - Quantum of Solace.
Dois veteranos de James Bond no mesmo thriller francês não é coincidência. É currículo de exportação.
A Netflix quer que Eternam viaje pra fora da França, e esses dois nomes abrem porta em mercado que o primeiro filme só arranhou.
Some-se Nicolas Duvauchelle, que passou três filmes sendo o vilão Areski em Balle Perdua… perdão, Balle Perdue, a outra grande franquia de ação francesa da casa.
Sim, a Netflix pegou o vilão de uma franquia e plantou dentro da outra. Se isso não é declaração de intenção, a gente não sabe o que é.
Do primeiro filme, voltam Stéphane Caillard, Nassim Lyes e Zita Hanrot.
Hype vs. realidade: o que 80 milhões de views realmente significam
FATO: Ad Vitam fez 54,5 milhões de visualizações só no primeiro mês, entrou no top 10 histórico de filmes não ingleses e fechou 2025 beirando 80 milhões.
Agora o lado B: a crítica não acompanhou o público. No Rotten Tomatoes, o filme orbita a casa dos 40% de aprovação.
Variety e The New York Times apontaram o mesmo problema, um flashback longo, partido em dois, bem no meio do filme, que trava o ritmo.
O público assistiu mesmo assim. E reassistiu. E clicou no anúncio da sequência.
Na avaliação do FilmeON, Ad Vitam é o caso clássico do filme de segundo encontro, a crítica lista defeitos, mas o público já tem intimidade com o personagem.
É essa intimidade, e não a nota, que faz a sequência nascer com estreia maior que a do original.
O efeito prático disso, Eternam chega com expectativa mais alta e boa vontade menor. O primeiro filme foi assistido por curiosidade. O segundo será assistido por cobrança.
A estratégia da Netflix com a ação francesa mudou de fase
Há poucos anos, ação em língua não inglesa era experimento de custo. Hoje é produto de exportação.
Lupin abriu a porta. Balle Perdue provou que o modelo vira franquia. Ad Vitam confirmou que uma estrela local carrega um top 10 global sem falar inglês.
E o detalhe de calendário: a sequência é anunciada num momento em que a plataforma aperta o cinto e aposta em ativo seguro, franquia conhecida, estrela contratada, público mensurável.
Na avaliação do FilmeON, a Netflix trata hoje a ação francesa do jeito que Hollywood tratava filme de super-herói em 2015, não é paixão, é carteira de investimentos.
Ad Vitam vs. Balle Perdue: o comparativo que calibra sua expectativa
Toda conversa sobre ação francesa na Netflix chega aqui, então vamos direto ao que interessa:
| Critério | Ad Vitam (2025) | Balle Perdue (trilogia) |
|---|---|---|
| Duração | 98 minutos | ~92 a 111 minutos por filme |
| Elenco principal | Guillaume Canet, Stéphane Caillard | Alban Lenoir, Nicolas Duvauchelle |
| Estilo | Conspiração de inteligência, GIGN, espionagem | Ação mecânica, carros e perseguição |
| Nota do público | ~80 mi de views e top 10 histórico não inglês | Trilogia com base fiel e recorde de reprises |
Agora repare na linha do elenco: Duvauchelle, o Areski de Balle Perdue, atravessou a rua e foi parar em Ad Vitam Eternam.
O muro entre as duas franquias caiu. E isso sugere um universo de ação francesa cada vez mais interconectado, se os números de Eternam ajudarem.
Pra quem já ficou rodando Netflix, Prime e Disney+ sem achar nada… sim, isso aqui resolve.
O que ninguém te conta sobre isso
Todo mundo está olhando pra Sophie Marceau. O movimento realmente importante aconteceu no roteiro, a entrada de Maxime Chattam como corroteirista.
Chattam é romancista best-seller na França, especialista em conspiração densa. E o defeito mais citado do primeiro filme foi justamente o roteiro truncado.
Contratar um escritor de thriller de conspiração pra consertar um thriller de conspiração é o mais perto que um estúdio chega de admitir: "a gente viu as críticas".
Na avaliação do FilmeON, Eternam tenta migrar de gênero por dentro, menos colagem de set pieces, mais espião-labirinto, o território onde Chattam escreve de olhos fechados.
E tem o detalhe de locação que passou batido, as chamadas de elenco da produção citam sequências na região do Mont-Saint-Michel, na Normandia.
Se confirmar, será uma das cenas de locação mais caras já bancadas por um filme francês da Netflix. Dinheiro pra impressionar não falta. Falta é roteiro que acompanhe. e é exatamente isso que estão tentando resolver.
Afinal, quando estreia Ad Vitam Eternam?
Ainda não há confirmação oficial de data de lançamento. E qualquer calendário circulando por aí é projeção, não anúncio.
RUMOR: veículos especializados trabalham com fim de 2027 ou início de 2028, repetindo a janela de janeiro que funcionou com o primeiro filme.
A lógica ajuda a aposta, filmagens começaram em agosto de 2026, e ação desse porte leva mais de um ano entre set, montagem e campanha global.
Assim que a Netflix cravar data, este artigo será atualizado. Pode marcar nos favoritos.
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Onde assistir Ad Vitam agora (e como não cair em cilada)
O primeiro filme está disponível com exclusividade na Netflix, em 4K e com áudio original e dublado.
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⚠️ Alerta importante: sites de "streaming grátis" com Ad Vitam no título costumam entregar malware, phishing e publicidade abusiva. Além de pirataria ser crime, é um péssimo negócio pra quem só queria 98 minutos de ação.
Nossa análise
Na avaliação do FilmeON, Ad Vitam Eternam tem uma chance rara, ser a sequência que corrige o original, não só a que o repete.
Três motivos concretos. Um: a produção conhece os defeitos do roteiro e contratou exatamente o tipo de escritor que resolve esse defeito.
Dois: um elenco coadjuvante com Marceau, Amalric e Duvauchelle tira das costas de Canet o peso de carregar o filme sozinho, erro visível em 2025.
Três: Colbeau-Justin vem da comédia de ritmo, e ritmo foi a queixa número um da crítica no primeiro filme.
Do outro lado da balança, o risco é real: trocar o núcleo criativo inteiro de um filme que deu certo é aposta alta. Se a "fórmula Canet" falhar, não haverá terceiro capítulo pra salvar.
Veredito honesto: é o projeto de ação mais interessante do calendário não anunciado da Netflix, e a gente diz isso com o filme ainda em set, o que é exatamente o tipo de frase que a gente evita escrever sem motivo.
Perguntas que todo fã faz
Ad Vitam 2 já foi confirmada oficialmente pela Netflix?
Sim, está confirmada: a Netflix anunciou em 10 de agosto de 2026 o início das filmagens de Ad Vitam Eternam, com Guillaume Canet de volta como protagonista e corroteirista.
Quando estreia Ad Vitam Eternam na Netflix?
Ainda não há confirmação oficial de data, a imprensa especializada trabalha com fim de 2027 ou início de 2028, e vamos atualizar este artigo assim que a Netflix bater o martelo.
Onde assistir ao primeiro Ad Vitam com segurança?
Apenas na Netflix, que é a plataforma oficial do filme, sites de streaming grátis costumam trazer malware, phishing e publicidade abusiva, colocando seu dispositivo em risco.
Quem são os novos nomes do elenco da sequência?
Sophie Marceau, Mathieu Amalric e Nicolas Duvauchelle entram para o time que já tinha Stéphane Caillard, Nassim Lyes e Zita Hanrot confirmados de volta.
Preciso assistir ao primeiro filme antes de Ad Vitam Eternam?
Precisa, sim, a sequência começa exatamente de onde o primeiro parou, com Franck solto da prisão e caçado por quem quer ele morto.
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